FUSO 2010
28 JUL > 31 JUL
       

 

                     
         
                     
         
                     
         
                     
         
                     
         
                     
         
                     
         
                     
         
                     
         
                     
         
                     
             
 
 
 
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RAUMSEHEN UND RAUMBÖREN
   
    Alemanha, 1974, 4:58 min
 

Como em Split Reality, a personalidade veiculada pelo medium nesta performance tape parece esquizofrénica. Duas câmaras de vídeo e uma mesa de mistura viabilizam uma acção em circuito fechado que demonstra, não só as diferenças no modo como os espectadores percepcionam uma pessoa que está fisicamente presente na sala - e, simultaneamente, a sua reprodução electrónica - mas também como a imagem é manipulada electronicamente . A câmara através zoom in e zoom out, sujeita a aparência da performer no monitor a uma permanente alteração. Sons sintéticos específicos estão em link com a imagem - opticamente próximo = som de alta intensidade e uma repetição rápida do tom; opticamente remoto = som de baixo intensidade e uma repetição lenta do tom. O trabalho está organizado em seis partes: 1. posição no espaço, 2. imagens divididas, 3. composição de posição no espaço 4. composição de imagem dividida, 5. corpo, 6. composição de corpo.

Antes desta vídeo performance ter sido apresentada na exposição Projekt 74 em Colónia, já tinha trabalhado questões que abordavam a percepção espacial no contexto da TV com Facing a Family (ORF, 1971), que confrontou a audiência de televisão com um reflexo de sua própria situação, bem como com a instalação Adjungierte Dislokationen (Adjusted Dislocations) de 1973.