Warning Palace & The Yellow Line

[pt_banner uniq_id="5ed7b3683f314" style="style2" arrow_next_screen="off" social_buttons="off" height="150"][pt_banner_item uniq_id="5ed7b4fb842c3" background_type="color" heading_uppercase="" vertical_align="bottom" background_color="#5e1516" sub_heading="Warning Palace & The Yellow Line" sub_heading_size="40" button_text_color="#ffffff" heading="Irit Batsry"][/pt_banner]

Warning Palace, de Irit Batsry, é um conjunto de instalações site-specific feitas com fitas de segurança amarelas e vermelhas e com as palavras “Caution” e “Danger” impressas. Este conjunto de obras inclui uma instalação no jardim e várias telas de projeção, montadas nalgumas das janelas da fachada do Carpe Diem Arte e Pesquisa, que se tornam assim parte da arquitetura. O sol atua como ‘projetor’ e ativa uma imagem subtil na superfície de cada tela, transformando-a num híbrido entre pintura, escultura e um “filme”. Um loop de vídeo de uma intervenção da artista no Carpe Diem Arte e Pesquisa completa esta obra que aborda as noções de tempo, de luz, de espaço interior e exterior, de limites e fronteiras.

Fronteiras e transgressão encontram-se também no centro de The Yellow Line (in the white gallery), uma instalação de grande dimensão na qual os espectadores são rodeados por projeções vídeo de pessoas a observarem atrás de fitas de segurança. A instalação justapõe a arquitetura sumptuosa do palácio com a urgência da vida nas ruas do Sertão do Nordeste Brasileiro, onde as pessoas (que parecem olhar os espectadores) foram filmadas observando o local de rodagem do filme O Céu de Suely, de Karim Ainouz. A obra subverte ideias de exclusão e inclusão, centro e periferia. As margens tornam-se o centro de atenção.

Impedidos de entrar no local de rodagem, os espectadores tornam-se o assunto da obra, bem como os seus atores. A linha amarela, uma separação entre o quotidiano e o artifício cinematográfico, transforma-se em protagonista.

Ambas as instalações foram desenvolvidas durante a residência de Irit Batsry no Carpe Diem Arte e Pesquisa, bem como uma terceira (ainda em desenvolvimento) na qual a artista juntou pedaços de filme (celuloide) aos ramos das duas árvores Celtis Australis que se encontram no jardim, de forma a criar uma projeção exterior ativada pelo sol e pelo vento, que esbate as fronteiras entre uma obra temporal e uma outra espacial.


O Mundo é de Quem Não Sente

[pt_banner uniq_id="5ed7b3683f314" style="style2" arrow_next_screen="off" social_buttons="off" height="150"][pt_banner_item uniq_id="5ed7b4fb842c3" background_type="color" heading_uppercase="" vertical_align="bottom" background_color="#5e1516" sub_heading="O Mundo é de Quem Não Sente" sub_heading_size="40" button_text_color="#ffffff" heading="Mara Castilho, Lanna Guedes
Espetáculo: Ano de Portugal no Brasil 2013"][/pt_banner]

O espetáculo de teatro-dança, O Mundo é de Quem não Sente, passeia por fados e sambas para contar histórias de amor dentro do universo luso-brasileiro. Através de pequenas cenas, independentes entre si, como curtas-metragens; quadros vivos do dia a dia da sociedade contemporânea, o espetáculo assenta em elementos transversais de ambas as expressões artísticas. Uma coprodução Portuguesa e Brasileira dirigida e criada pelas artistas Mara Castilho e Lanna Guedes já com um vasto currículo nas artes performativas, e com uma banda sonora originalmente criada para o espetáculo pelos reconhecidos músicos Marcelo Vig (Brasil), Junior Tostoi (Brasil) e Luís Varatojo, da banda A Naifa (Portugal).

Direção Criação e Interpretação
Mara Castilho
e Lanna Guedes

Banda sonora
Luís Varatojo (Portugal)
Junior Tostoi
e Marcelo Vig (Brasil)

Coreografia
Juliana Drumond
e Livia Bennet

Direção técnica e Técnico de som
Micael Bento

Desenho de luz
Abaete Queiroz

Vídeo
Cataria Accioly

Fotografia
Guilherme Rocha

Design gráfico
Chico Aquino

Assessoria de imprensa
Nathalie Amaral

Direção de produção
Sérgio Parreira

Produção
DuplaCena (Portugal)
Daniela Gonçalves (Brasil)

Coprodução
Espaço Cultural Mosaico (Brasil)

Residências artísticas
Companhia Olga Roriz
ZDB Galeria Zé dos Bois
Companhia Clara Andermatt

Apoios
Embaixada do Brasil em Portugal
Museu do Fado (Lisboa)
Ano de Portugal no Brasil
Guinada Produções
Circo Íntimo

Apoio à residência
Fundação GDA

Financiamento
Direção Geral das Artes – Secretário de Estado da Cultura (Portugal)
Espaço Cultural Mosaico (Brasil)
DuplaCena (Portugal)
Estúdio de Som Ministerio (Brasil)
MO.TIV (Portugal)


Olhares Contemporâneos

[pt_banner uniq_id="5ed7b3683f314" style="style2" arrow_next_screen="off" social_buttons="off" height="150"][pt_banner_item uniq_id="5ed7b4fb842c3" background_type="color" heading_uppercase="" vertical_align="bottom" background_color="#5e1516" sub_heading="Olhares Contemporâneos" sub_heading_size="40" button_text_color="#ffffff" heading="Residência Fundação EDP"][/pt_banner]

Consistiu num projecto que previa uma exposição ou instalação anual apresentada no Museu Nacional de Arte Antiga enquanto resultado de residências artísticas focadas na fotografia.

Vários foram os curadores convidados ao longo de seis anos deste projecto expositivo que culminou com o lançamento do catálogo antológico e a produção comemorativa da peça Cão de Jorge Molder.


Jerusalém

[pt_banner uniq_id="5ed7b3683f314" style="style2" arrow_next_screen="off" social_buttons="off" height="150"][pt_banner_item uniq_id="5ed7b4fb842c3" background_type="color" heading_uppercase="" vertical_align="bottom" background_color="#5e1516" sub_heading="Jerusalém" sub_heading_size="40" button_text_color="#ffffff" heading="Vasco Mendonça, Gonçalo M. Tavares, Luís Miguel Cintra
ÓPERA DE CÂMARA"][/pt_banner]

Num contexto de experimentação e pluridisciplinaridade, a DuplaCena não poderia deixar de ser o quarto elemento na criação deste espetáculo juntamente com Vasco Mendonça, Gonçalo M. Tavares e Luís Miguel Cintra, tendo-se aventurado pela primeira vez na produção de uma ópera.

A ópera Jerusalém é o resultado de uma confrontação de diferentes linguagens e abordagens artísticas. Um espetáculo cuja coerência artística e conceptual é o resultado direto e compósito de um processo de contaminação entre os vários discursos (musical, dramático, cénico) que lhe dão origem. A escolha da adaptação do livro homónimo de Gonçalo M. Tavares é particularmente pertinente. É possível, em Jerusalém, observar a forma como o autor se movimenta entre os territórios da ficção e o ensaio, num equilíbrio delicado, desenhando personagens de uma forma mais ou menos caricatural, evocando universos mais ou menos identificáveis, em suma, movimentando-se entre uma minuciosa observação do detalhe físico e poderosas (por vezes homéricas) incursões ao universo das ideias. Por outro lado, é interessante observar que essa alternância entre registos encontra um eco na sua abordagem formal, em que interrompe de uma forma brusca a narrativa principal com episódios externos. Estes episódios, apercebidos como o passado dessa narrativa, polarizam o presente, criando inevitavelmente uma intensidade dramática, libertada no final – potenciando, assim, uma narrativa expressionista através de uma estrutura mecânica, de grande rigor formal.

Música
Vasco Mendonça

Libreto
Gonçalo M. Tavares

Encenação
Luís Miguel Cintra


Dupla Cena

Messages in a Peepbox

[pt_banner uniq_id="5ed7b3683f314" style="style2" arrow_next_screen="off" social_buttons="off" height="150"][pt_banner_item uniq_id="5ed7b4fb842c3" background_type="color" heading_uppercase="" vertical_align="bottom" background_color="#5e1516" sub_heading="Messages in a Peepbox" sub_heading_size="40" button_text_color="#ffffff" heading="Sara Vizinho, Petar Toskovic, Tiago Pereira, André Gonçalves, Cláudia Varejão, Elsa Aleluia, Nuno Madeira, David La Rua, Sofia Arriscado, Pedro Sena Nunes, Miguel Bonneville, Miguel Gonçalves Mendes
Participação Portuguesa – Expo Zaragoza 2008"][/pt_banner]

Apresentamos na Expo Zaragoza 2008 um grupo de jovens artistas portugueses das áreas das artes visuais e eletrónicas cujo trabalho se tenha estabelecido já no século XXI.

A recolha de ideias declinando os temas da Expo Zaragoza 2008 (Água Fonte de Vida, A Água e as suas Paisagens, A água e o Encontro Humano, Água, Recurso Partilhado) agora, compilada e editada resulta numa obra unificada na sua homogeneidade geracional, diferenciação artística e representatividade estética.

Sara Vizinho e Petar Toskovic, Labirinto, 2008, 5’
Tiago Pereira, FOLK-LORE Video magazine 02 – Regadinho de Tiago Pereira
André Gonçalves, Still Life
André Gonçalves, Fonte Santa
Cláudia Varejão, Imergência
Elsa Aleluia, Desaparecida, 2008
Nuno Madeira e David La Rua, Garden, 2008, 5’
Sofia Arriscado, Debut #2
Pedro Sena Nunes, Aparição, 2008, 5’
Miguel Bonneville, A Landscape of Failure
Miguel Gonçalves Mendes, Zarco

Dupla Cena

O Maior Circo Aéreo do Mundo

[pt_banner uniq_id="5ed7b3683f314" style="style2" arrow_next_screen="off" social_buttons="off" height="150"][pt_banner_item uniq_id="5ed7b4fb842c3" background_type="color" heading_uppercase="" vertical_align="bottom" background_color="#5e1516" sub_heading="O Maior Circo Aéreo do Mundo" sub_heading_size="40" button_text_color="#ffffff" heading="Ola Kala, Les Arts Sauts
Espetáculo: Agosto de 2007 - CCB Fora de Si"][/pt_banner]

Numa tenda gigante que é, em si, um prodígio de arquitetura, Les Arts Sauts apresentam um espetáculo de acrobacia feérica numa atmosfera de elegância surrealista e poética assente na vertigem e na emoção.
Apaixonados pelo trapézio, obcecados pelo voo, o grupo, composto por 35 elementos, assume um novo risco: o trapézio em cruz.
É assim que surge Ola Kala, interpretado por 17 trapezistas e 5 músicos, a 12 metros de altura, em perfeita harmonia com o ballet aéreo.
Para assistir a tudo isto, o espectador terá apenas de relaxar numa “chaise longue” e partilhar o “espírito do ar” com os acrobatas/bailarinos aéreos.
Através de Ola Kala que junta o corpo, a voz, a música e a luz, Les Arts Sauts contam-nos uma história de desejo: o desejo de voar agora e sempre…


LisBoa IDADE

[pt_banner uniq_id="5ed7b3683f314" style="style2" arrow_next_screen="off" social_buttons="off" height="150"][pt_banner_item uniq_id="5ed7b4fb842c3" background_type="color" heading_uppercase="" vertical_align="bottom" background_color="#5e1516" sub_heading="LisBoa IDADE" sub_heading_size="40" button_text_color="#ffffff" heading="LisBoa IDADE - um festival da cidade para se aprender a envelhecer feliz e a viver de forma saudável."][/pt_banner]

“O Direito a Envelhecer Saudável e Feliz” foi o tema da edição de 2016.

Lisboa será exemplo piloto na Europa, ao criar ambientes de aprendizagem agradável e emocionante, surpreendente, implícita e interativa, para mostrar que apesar de apresentar uma evolução demográfica difícil, é possível criar múltiplas oportunidades de envelhecermos saudáveis e felizes, sempre que os direitos dos seus cidadãos são respeitados independentemente da sua idade.

O Festival LisBoa IDADE ajudará a lembrar que não podemos envelhecer saudáveis e felizes, se nos forem negados direitos fundamentais como a liberdade, nomeadamente de escolha. Escolher serviços de saúde de qualidade, o local onde habitar, a hora de acordar, deitar ou comer, o que comer, ou simplesmente o direito de nos movermos de forma independente e com segurança em casa, no espaço público ou no sistema de transportes. Também ajudará a lembrar que, o direito a uma escolha verdadeiramente livre, só pode ser exercido quando é garantido o acesso a informação simples, transparente e fiável. Este será um dos principais objetivos da iniciativa LisBoa IDADE – uma cidade com direitos para todas as idades e, muito especialmente do festival nos 3 primeiros dias de outubro, este ano com o tema “O Direito a Envelhecer Saudável e Feliz”.

A Duplacena foi responsável pela dir. artística, produção executiva e desenho gráfico para a Câmara Municipal de Lisboa – Pelouro dos Direitos Sociais.

Ano
2016

Autoria
DuplaCena