“TRISTE ENSAIO SOBRE A BELEZA”
Mara Andrade
This is my reality. I am always observing. I am always observing myself observing the others. I am alone. Out. I’m unprotected.
I become the horizon. Actually, your unconscious horizon. I am everywhere.
Finally, I’m not here.
“Esta é a minha realidade. Sempre a observar. Observo-me enquanto observo os outros. Sozinha. De fora. Desprotegida. Eu torno-me no horizonte. Aliás, no teu horizonte inconsciente. Estou em toda a parte. Finalmente, não estou aqui.”
Um Triste Ensaio sobre a Beleza utiliza um corpo que se encontra eufórico na tristeza, na tragédia, possivelmente na morte. Uma figura que se prepara e se apresenta antes daquele mergulho final que não será para um abismo, mas, sim para o que ainda não se viu, para uma premonição talvez. Para uma coreografia onde nada existe ainda. Um vácuo onde não existe tempo.
Tudo começou quando me disseram: “Tens um ar triste.”
Ficha técnica
Direção, Texto, Coreografia, Cenografia e Figurinos Mara Andrade
Interpretação Mara Andrade, Rui Lima, Sérgio Martins, Wilma Moutinho
Assistência de direção Marco da Silva Ferreira
Fotografia Marco da Silva Ferreira, José Caldeira
Desenho de luz Wilma Moutinho
Música original Sérgio Martins, Rui Lima
Produção executiva Pensamento Avulso, Associação de Artes Performativas
Coprodução Teatro Municipal do Porto Apoios, Companhia Instável
Agradecimentos Pietro Romani, Cristina Planas Leitão, João Rola e A22
Apoios em residência O Espaço do Tempo, Mala Voadora, Companhia Instável, Teatro do Campo Alegre
“TRISTE ENSAIO SOBRE A BELEZA”
Mara Andrade
This is my reality. I am always observing. I am always observing myself observing the others. I am alone. Out. I’m unprotected.
I become the horizon. Actually, your unconscious horizon. I am everywhere.
Finally, I’m not here.
“This is my reality. Always watching. I watch myself as I watch the others. Alone. Outside. Unprotected. I become the horizon itself. In fact, your unconscious horizon. I am everywhere. Finally, I’m not here.”
Um Triste Ensaio sobre a Beleza uses a body that is euphoric in sorrow, in tragedy, and possibly in death. A figure who prepares and presents itself before that final dive which will not be to an abyss, but towards what hasn’t been seen yet, for a premonition perhaps. For a choreography where nothing exists yet. A vacuum where there is no time.
It all started when I was told, “You look sad.”
Credits
Direction, Choreography, Scenography and Costumes Mara Andrade
Performers Mara Andrade, Rui Lima, Sérgio Martins, Wilma Moutinho
Direction assistant Marco da Silva Ferreira
Photography Marco da Silva Ferreira, José Caldeira
Lighting design Wilma Moutinho
Original soundtrack Sérgio Martins, Rui Lima
Executive production Pensamento Avulso, Associação de Artes Performativas
Co-production Teatro Municipal do Porto Apoios, Companhia Instável
Acknowledgements Pietro Romani, Cristina Planas Leitão, João Rola and A22
Residency support O Espaço do Tempo, Mala Voadora, Companhia Instável, Teatro do Campo Alegre